Saber quando os pets mais fogem é meio caminho para evitar o susto: as fugas se concentram em três épocas do ano — as festas com fogos (Réveillon e festas juninas), as mudanças de casa e o período de viagens e cio. Em todos esses momentos existe um gatilho claro, e quem se prepara antes reduz muito o risco de perder o pet.
- 1ª época: Réveillon e festas juninas — os fogos causam pânico e o pet pula muros que nunca pulou. É o pico de fugas do ano.
- 2ª época: mudança de casa — ambiente novo, portas abrindo o dia todo e pet desorientado nos primeiros dias.
- 3ª época: viagens e cio — rotina quebrada, pet na casa de outra pessoa ou instinto falando mais alto.
- Como se preparar: contato atualizado na coleira, atenção redobrada com portões e rastreamento em tempo real para agir em segundos.
Nenhuma fuga é totalmente aleatória. Quase sempre há um susto, uma janela de descuido ou uma mudança na rotina por trás dela. A boa notícia é que esses gatilhos se repetem em datas previsíveis do calendário — o que significa que dá para antecipar o risco e proteger o pet antes que o problema aconteça. Abaixo, as três épocas de maior perigo e o que fazer em cada uma.
Por que Réveillon e festas juninas são o pico de fugas?
Os fogos de artifício são, disparado, a maior causa de fugas no Brasil. O ouvido de cães e gatos é muito mais sensível que o nosso, e o estampido dos fogos soa como uma ameaça repentina e sem explicação. No pânico, o pet entra em modo de sobrevivência: ele corre sem direção, ignora comandos e é capaz de pular muros, arrombar portões e escapar por vãos que jamais tentaria em um dia normal.
Réveillon e festas juninas concentram esses episódios porque somam fogos, casa cheia, portões abrindo para visitas e tutores distraídos. É a combinação perfeita para uma fuga. Nesses dias:
- Deixe o pet em um cômodo interno, fechado, longe de janelas e da porta de saída.
- Ligue a TV ou uma música para abafar o barulho dos estampidos.
- Avise as visitas para não deixarem portões e portas abertos.
- Nunca leve o pet para assistir à queima de fogos “para ele se acostumar” — o efeito costuma ser o oposto.

Por que tantos pets fogem em mudança de casa?
A mudança quebra todas as referências do animal de uma vez. O cheiro é outro, os sons são estranhos e, no dia da mudança, as portas ficam abertas o tempo inteiro para carregar móveis e caixas. O pet fica desorientado, ansioso e — muitas vezes — tenta voltar para a casa antiga, que ele reconhece como território seguro.
Por isso, boa parte das fugas acontece nos primeiros dias no endereço novo. Para atravessar esse período com segurança:
- No dia da mudança, deixe o pet em um cômodo fechado ou na casa de alguém de confiança, longe do vai e vem.
- Leve objetos com o cheiro dele (caminha, cobertor, brinquedos) para o novo lar.
- Atualize imediatamente o endereço e o telefone na plaquinha de identificação.
- Só solte o pet no quintal novo depois de conferir muros, grades e frestas.
Viagens e cio: como o instinto e a rotina quebrada aumentam o risco?
A terceira época de risco junta dois fatores. O primeiro são as viagens: quando o tutor viaja e deixa o pet com outra pessoa ou em um hotelzinho, o animal está em ambiente desconhecido, sem a rotina e a presença que o acalmam. Basta um portão mal fechado para ele tentar procurar o dono.
O segundo é o cio. Animais não castrados sentem um chamado instintivo fortíssimo para procurar um parceiro — machos percebem fêmeas no cio a grandes distâncias e fazem de tudo para escapar. Nessas semanas, o instinto fala mais alto que qualquer treino. Vale reforçar a atenção com portões, considerar a castração com orientação do veterinário e nunca soltar o pet em áreas abertas sem supervisão. Se o seu pet já fugiu antes, vale entender o passo a passo de como encontrar um pet perdido para agir rápido no momento certo.
Como se preparar para as épocas em que os pets mais fogem?
Prevenção é sempre melhor que corrida atrás do pet perdido. Independentemente da época, três medidas fazem a maior diferença:
- Contato sempre atualizado: mantenha telefone e endereço legíveis na coleira e na plaquinha. Quem encontra o pet precisa saber como te avisar.
- Atenção redobrada com portões e portas: nas datas de risco, cheque duas vezes antes de abrir e alinhe com quem mora ou visita a casa.
- Rastreamento em tempo real: uma coleira com GPS mostra onde o pet está no exato momento em que ele some — e transforma horas de aflição em minutos de ação.
A coleira da The Pet GPS usa GPS por satélite somado à rede 4G para mostrar a localização em tempo real no app, cobrindo o Brasil inteiro. Você define uma cerca virtual e recebe um alerta de fuga no celular assim que o pet cruza o limite combinado — ou seja, muitas vezes você é avisado antes mesmo de perceber que ele saiu. Ainda dá para acionar um alarme sonoro na coleira para localizá-lo por perto, consultar o histórico de trajeto e contar com a tag QR Code para quem encontrar o animal. Com resistência à água (IP67) e bateria de até 7 dias, ela aguenta bem justamente os dias mais movimentados do ano.
Perguntas frequentes sobre fugas de pets
Qual é a época em que mais pets fogem no ano?
O Réveillon é o pico. A queima de fogos causa pânico generalizado e faz muitos pets fugirem na mesma noite. As festas juninas, também com fogos, ficam logo atrás.
Fogos de artifício realmente fazem cães e gatos fugirem?
Sim. O estampido é assustador para a audição sensível dos animais e desencadeia uma reação de pânico em que o pet corre sem direção e pula obstáculos que normalmente respeitaria.
Como evitar que meu pet fuja na mudança de casa?
Mantenha o pet em um cômodo fechado no dia da mudança, leve objetos com o cheiro dele, atualize a identificação e só o solte no quintal novo depois de conferir muros e frestas.
Uma coleira com GPS ajuda a encontrar o pet mais rápido?
Sim. Com rastreamento em tempo real e alerta de fuga, você sabe onde o pet está no momento em que ele some e age em segundos, em vez de sair procurando às cegas.
Não deixe o susto virar uma noite de procura.
Localização em tempo real · alerta de fuga · Brasil inteiro.